Vereador Guto Issa volta a cobrar a definição do caso da Viação São Roque

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Ao usar a tribuna durante Sessão Ordinária da Câmara Municipal, realizada na última segunda-feira, dia 07, o Vereador Guto Issa voltou a pedir uma solução urgente da Administração Municipal, relativa ao rompimento do contrato com a Viação São Roque.

Guto Issa, que há três anos luta e legisla pela melhoria do transporte público em São Roque, afirma que a cidade está num impasse quanto à prestação de serviços efetuada pela Viação São Roque. “Em 08 de março, a Prefeitura anunciou o processo de rompimento de contrato com a Viação São Roque, neste informe alardeou-se que seriam 15 dias corridos, a empresa pediu dilação de prazo e foi concedido 15 dias úteis. Infelizmente, passaram-se 60 dias e nada foi resolvido ainda”, informa.

O Vereador Guto apresentou denúncias no Ministério Público Estadual e no Ministério Público do trabalho contra a Viação São Roque, mas acredita que o município deva agir, porque a população está sendo gravemente lesada. “Respeito a posição do Sr. Prefeito, mas acredito que o tempo para a resolução está excedido, os cidadãos continuem sendo prejudicados pela falta de comprometimento por parte da Viação São Roque”, fala.

Somente neste último sábado, a Viação São Roque deixou três linhas sem carros. “Conforme denúncias recebidas, as linhas do Jardim Mosteiro, São João Novo e Shopping Catarina foram cortadas por motivos banais:  o carro de número 2630 estava sem bateria e a empresa não tinha outra para trocá-la, o veículo 2640 perderam a chave. O carro do Jardim Mosteiro foi cortado sem justificativa mesmo”, ressalta.

Outra situação que será amplamente apurada pelo Vereador é quanto a um suposto acidente envolvendo um ônibus da Viação São Roque. “Há relatos na rede social Facebook de que um carro da Viação São Roque, por falta de freio, veio a colidir com outro veículo na Avenida João Pessoa durante a última segunda-feira. A tragédia só não foi maior porque o motorista conseguiu evitá-la. Essa denúncia está sendo investigada, pois mesmo com o subsídio pago mensalmente pela Prefeitura, os carros continuam sucateados”, finaliza Guto.